Amway cada vez mais competitiva no Brasil

Uma coisa que sempre intriga os empreendedores de MMN brasileiro, é o fato da Amway, amaior empresa de Venda Direta e MMN da história do mundo e a número 01 em faturamento desde sempre, não consegue crescer e assumir a liderança no Brasil.

Para os especialistas em MMN, a entrada da empresa há 30 anos atrás foi equivocada. Criou-se uma demanda gigantesca que a empresa não conseguiu atender por conta da logística, importação, preços e gestão.

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Depois de patinar por muito anos, a empresa acertou a mão na gestão do penúltimo Presidente (Odmar Almeida, atualmente presidente do Conselho) e com a atual gestão da Presidente Rossana Sadir.

O sucesso da empresa, que vem gerando milhares de empreendedores que buscam segurança financeira e não os melhores e mirabolantes planos, está fazendo a Amway voltar ao páreo.

O plano que a Amway vem executando, vem dando certo.

A empresa se reinventou no universo digital; os empreendedores passaram a ter suas próprias lojas na web, de forma padronizada; a importação de produtos acontece de forma sistêmica de modo que não tem acontecido falta de produtos; os preços estão competitivos com os praticados por outras empresas no Brasil; a pontuação entra no sistema na hora (real-time); pagamentos podem ser feitos em mais de 14 mil casas lotéricas pelo país; o sistema de treinamento foi reinventado e hoje conta com Treinadores Oficiais e diversos cursos presenciais e online; o plano sofreu melhorias; Um novo Centro de Distribuição foi aberto em Cuiabá com investimento de  1,2 milhões de Reais); a empresa já possui 200 mil empreendedores ativos e novos produtos inovadores chegarão este ano.

Outra mudança importante, foi a nova politica de preços, onde o empreendedor passou a poder ganhar 100% de margem de lucro na revenda de produtos, (ainda que em promoções com tempo limitado, porque a margem de lucro continua sendo de 43%) algo inimaginável antigamente.

Os produtos podem ser parcelados em até 3x sem juros, em compras acima de R$ 250,00.

Rossana Sadir, presidente da Amway no Brasil, também está mudando a estratégia para o mercado brasileiro. Até agora, o portfólio vendido era todo importado. Agora, irá produzir localmente os produtos mais vendidos no país para avançar nos municípios de pequeno e médio portes.

A ideia de aumentar a rede de seis lojas para 30, até 2019, foi abandonada. “A missão é tornar a operação uma das dez maiores da empresa em cinco a dez anos.

A produção será terceirizada e o fornecedor ainda está sendo definido. O limpador multiuso, com fatia de 12% das vendas locais, deu origem à Amway, nos EUA, em 1959. Serão fabricados ao redor de 600 mil litros do limpador, com 20 pessoas envolvidas no projeto.

O interior será importante para a empresa atingir a meta de crescer em 40% o número de empreendedores. Para alcançar os municípios distantes, serão feitas parcerias com distribuidores logísticos que terão estoque dos produtos, como já acontece na Argentina. Será mais um canal para receber os produtos, que também são comprados pela internet ou retirados nas seis lojas da companhia.

Outro foco da empresa, é fortalecer cada vez mais a linha de produtos para emagrecimento, BodyKey. O intuito é concorrer com a americana Herbalife, focada em produtos de controle de peso.

Os produtos da BodyKey integram a linha Nutrilite, especializada em vitaminas e suplementos alimentares. A matéria-prima desses itens vem de Ubajará (CE), onde a companhia mantém uma fazenda orgânica de acerola, a maior do mundo, com produção anual de 8,5 mil toneladas.

A Nutrilite responde por 28% das vendas no Brasil, enquanto os produtos para o lar são 39% do faturamento.

Na próxima convenção, muitas novidades surpreendentes prometem ser anunciadas.  A gigante mundial, quer ser gigante aqui também.

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