Brasil bate recorde de empreendedorismo também no MMN

Nunca o Brasil teve uma população tão empreendedora. “A chave da mente dos brasileiros virou”, declara Claudio Di Lucca, CEO da revista e portal SUCESSO NETWORK e Presidente da Associação Brasileira de Network Marketing (Abranetwork). 

Entre os 50 países que mais empreendem, o Brasil já ocupa a décima posição. São 32 milhões de empreendedores no Brasil e esse número não para de crescer.

A indústria de MMN, também cresceu significativamente por conta do Boom das empresas digitais que trouxeram muitas novos brasileiros para o empreendedorismo através do marketing de rede.

O país já possui 7 milhões de pessoas que trabalham com Venda Direta. Um número recorde e que não para de crescer.

O empreendedorismo feminino, cada vez mais frequente, teve um grande peso no boom que o Brasil atravessa e o grande número de pessoas muito jovens empreendendo também chama atenção.

De cada 100 brasileiros e brasileiras adultos (18 – 64 anos), 36 deles estavam conduzindo alguma atividade empreendedora, quer seja na criação ou aperfeiçoamento de um novo negócio, ou na manutenção de um negócio já estabelecido.

Ou seja, um terço dos adultos brasileiros é empreendedor ou está envolvido na abertura do próprio negócio.

Outras revelações apontam que jovens na faixa etária entre 25 e 34 anos foram mais ativos na criação de novos negócios.

Para se ter ideia de como esse dado é expressivo, isso significa que 30,5% dos brasileiros desta faixa etária estão tentando criar um negócio ou já detêm uma empresa com até 3 anos e meio de vida, período considerado estágio inicial do empreendimento ainda.

Na faixa etária mais jovem, entre 18 e 24 anos, também é expressivo o percentual de brasileiros empreendedores (20,3%) envolvidos com a criação de novas empresas.

Segundo pesquisa realizada pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), o Brasil chegou a 38% na TTE (Taxa de Empreendedorismo Total).

O número indicado pela pesquisa significa que em torno de 52 milhões de brasileiros possuem um negócio próprio. E esse número só tende a aumentar.

Na pesquisa realizada em 50 países, o Brasil se sai muito bem.
Quando considerado os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil se encontra com a maior taxa. A China, o segundo colocado se encontra com 26,7%. Já a Rússia, última colocada aparece com 8,6%.

A diferença para outros países mais desenvolvidos também é grande.

Os Estados Unidos, por exemplo, apresenta uma taxa de 20%, inferior até mesmo a China.

Apesar de ser uma potente força, os países emergentes demonstram uma alta e valores maiores que os já estabilizados como potências.

 

 

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