Empresa expulsa empreendedor por racismo

A empresa americana Rodan + Fields, uma das melhores empresas fabricantes de cosméticos e MMN do mundo,expulsou uma empreendedora por…racismo.

“Durante o último mês, vimos um número crescente de mulheres brancas presas em frente à câmera fazendo coisas como chamar a polícia para negros em um parque e chamar a polícia para uma jovem negra que vendi água. Suas ações têm sido amplamente entendidas como racistas e têm estimulado as pessoas a registrar seu comportamento em redes sociais, envergonhando a maioria das pessoas e nossa empresa”.

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Há poucos dias atrás, uma mulher da Carolina do Sul chamada Stephanie Sebby-Strempel, foi filmada gritando com adolescentes negros em sua piscina local, dizendo-lhes para sair, ameaçando ligar para o 911, e chamar a policia. Os adolescentes se anteciparam a chamaram a policia que foi atacada por ela quando chegaram.

Com a repercussão do caso, a Rodan + Fields, cancelou o ID da empreendedora.

As pessoas descobriram que Sebby-Strempel era um dos 200 mil consultoras da empresa e começaram a envolver a marca na rede social. “Não aprovamos nenhum tipo de violência e nos orgulhamos de aceitar a inclusão e aceitação de todos. Tenha em mente que essa pessoa não é um funcionário da Rodan + Fields, mas ume empreendedora independente. Temos que defender nossos valores corporativos”.

Esses incidentes se juntam à crescente lista de casos de funcionários de varejo acusados ​​de tratamento racista de clientes. 

O mais proeminente é o caso da Starbucks, que levou a empresa a fechar as 8.000 lojas para realizar o treinamento de preconceito racial depois que um funcionário branco chamou a polícia para um grupo de negros que não pedia nada na loja. 

Há uma longa lista de outros que foram acusados ​​de comportamento tendencioso contra compradores negros, incluindo Saks, Old Navy, Walmart, Macy’s, Barneys, CVS e Zara, mas esta foi a primeira vez que uma empresa de MMN tomou essa medida.

É encorajador que as marcas e empresas estejam cortando laços com pessoas racistas, embora, obviamente, ela enviasse uma mensagem melhor se essas empresas fossem mais pró-ativas, em vez de reagir após uma reação negativa das redes sociais.

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