Este brasileiro faz custódias e gerencia “criptofortunas” na Europa.

Antonio Silva não para de inovar, investir e transformar positivamente a vida de pessoas que ganham dinheiro com criptomoedas.

Ela acabou de fundar o primeiro CryptoBank do mundo, com dispensa da CVM, autorização e licenças dos maiores órgãos governamentais do mundo, (Incluindo Brasil) e possui mais de 150 milhões de Euros, o equivalente a 900 milhões de Reais em caixa.

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Agora, numa abordagem mais tradicional, criou uma gestora que entende de investimentos em criptoativos e faz custodia das melhores criptomoedas com parceria de vários bancos pelo mundo como Solaris Bank na Alemanha e UberState no Canadá.

Tudo começou quando, ouviu falar na famosa criptomoeda pela primeira vez.

“Conhece o tal bitcoin”?, perguntou um amigo que foi procura-lo para uma proposta de sociedade.

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“É uma moeda usada na Deep Web”, disse, em tom de suspeição. 

O encontro foi em meados de 2015, quando 1 bitcoin valia aproximadamente US$ 214 e a maior parte das pessoas, assim como Antônio, acreditava que moeda digital era coisa de outro mundo.

Antônio, era empresário na área de venda direta de perfumes e óculos, e seu sonho, era ser uma mistura de “Chilli Beans” com Avon na venda direta, nunca havia investido um centavo no mercado de ações tradicional, nem mesmo acreditava em nada digital, ainda mais em dinheiro virtual, diante disso, recusou a proposta de sociedade que envolvia investir R$ 100 Mil reais em troca de 30% de uma Mineradora no Paraguai e mais 250 “Moedinhas Virtuais” na época. Hoje, isso valeria aproximadamente 22 milhões de reais.

Um ano depois, veio a crise em sua empresa que o levou a quebrar, como em toda falência veio, SPC, SERASA, PROTESTOS e processos, por falta de opção, lembrou-se da proposta do amigo que tinha falado muito bem sobre o “tal Bitcoin”, foi pra internet e estudou o tema, viu ali potencial, vendou um carro que ainda tinha e comprou algumas unidades de bitcoin com o pouco dinheiro que ainda lhe restava.

Antônio continuou pesquisando sobre a criptomoeda pela internet, porque alguém como ele, com o nome sujo, sem referências, sem amigos, quebrado e praticamente sem nada, pudesse ganhar algo honestamente para comprar ao menos leite para seus filhos. Em Julho de 2016 convidou 3 amigos para iniciar no mercado de moedas digitais.

Antônio Silva onde tudo começou (foto: divulgação)

Foi quando se deparou com um vídeo na internet que falava sobre a “4ª Revolução”, e nele, além de previsões sobre o futuro, em uma das partes falava sobre DINHEIRO, mas de forma VIRTUAL, que era o tão falado Bitcoin, foi buscar mais informações, passou dias dormindo frente ao PC pesquisando, aprendendo, enviando e-mail com tradução no Google, já que não dominava o idioma, e na época, tudo sobre Criptomoedas era em Inglês, sites de fora do pais, até que teve a Ideia de criar uma espécie de “Programa de Cooperados” para investir em Mineração da moeda Bitcoin.

Iniciando do zero, apenas com a necessidade de ganhar dinheiro e a motivação de mudar não só sua vida, mas de toda minha família, decidiu criar um “clube” para juntar bitcoins e comprar máquinas de mineração no atacado, direto do fabricante na China, para formar um “pool privado” compartilhando os lucros de forma fácil, simples, democrática e transparente, e convocou toda sua família, isso mesmo, 16 filhos legítimos, Antônio tem uma família grandiosa.

Antônio Silva e sua família gigante em um dia de diversão, (Foto: Divulgação)

Quatro amigos se uniram a ele, Robert, Paulo e Maicon, e formaram o “QG do Clube”, inicialmente na sala da casa de Antônio, que era simples, mas já tinha uma cadeira de madeira, e um PC velho, onde a tela ganhou de presente, e o trabalho começou com um longo processo de pesquisa e estudo do mercado, que traz mudanças tecnológicas a todo o momento.

No fim dessa etapa, com a cara e a coragem, foi ao Paraguai, devido ao baixo custo energético do país, para montar sua primeira mineradora, era a única forma viável para crescer.

Inauguração do que seria a primeira mineradora, a ideia sendo colocada em pratica (foto acervo da empresa)

Com muita dificuldade, erros e acertos, o “clube” cresceu, tornou-se a maior mineradora de criptomoedas da América Latina com fazendas de mineração espalhadas no Paraguai, China e Islândia, além de escritórios no Uruguai, EUA e Alemanha.

A partir do momento que decidiu comprar os primeiros bitcoins, em 2015, ele envolveu-se várias empreitadas relacionadas a criptomoedas.

A primeira foi em 2016 que se tornou a maioria mineradora de criptomoedas das Américas, mas neste universo, percebeu que o mundo das criptomoedas era algo arriscado, inseguro e com muita mudança de tecnologia, perseguições e desinformação. 

Vista a área do maior parque de mineração da MDX com visita de investidores no Paraguai (Foto acervo da empresa)

O que aconteceu na vida de Antônio, entre o primeiro bitcoin comprado e hoje, é quase o retrato do setor de criptomoedas, que viveu grande expansão nos últimos anos e agora incomoda instituições tradicionais e governos.

Depois da mineradora com mais de 275 mil contratos, lançou uma plataforma de cartão de crédito pré-pago de bandeira Elo que funcionava da seguinte forma: o usuário enviava bitcoins para a plataforma, e usava o cartão para gastar em reais. (Imagine a praticidade para quem é dono de bitcoins) Fabricou mais de 50 mil unidades, chegou a entregar 5 mil.

Até que um dia o banco parceiro, que antes havia aprovado a criação do produto, enviou uma cartinha com algumas linhas que resumiam a seguinte mensagem: “parem com isso”.

Mesmo com incrível sucesso, era o fim da parceria.

Então foi obrigado a parar sua empreitada e re-planejar todo o modelo de negócio.

Em 2019, com maquinas de mineração ficando obsoletas rapidamente, dificuldade de mineração aumentando a cada dia, muitas empresas usando a critptomoedas para aplicar golpes, sem nenhuma regulação que pudesse respaldar seu modelo de negócios, mesmo tendo sido investigado pelo ministério público e CVM tendo os processos arquivados, Antônio procurou por diversas vezes os órgãos reguladores e recebeu, no entanto, uma espécie de toque amigo: “melhor parar, senão vai dar problema para você”.

O negócio não tinha os requisitos da legislação nacional, então parou tudo, mesmo com milhares de clientes em todo o mundo, hoje instituições financeiras tradicionais em todo o mundo, o que antes eram “inimigos”, agora querem se juntar a ele nesta empreitada.

Foto: Acervo da empresa

Antônio decidiu apostar num negócio tradicional, só que calçado nas moedas digitais. Ele e seus sócios perceberam o crescente número de pessoas comprando criptomoedas como investimento e, assim, criaram o primeiro CriptoBank.

A julgar pela trajetória de persistência de Antônio, e os desafios encontrados a aposta é válida e criou a primeira empresa de custodia de criptomoedas com programa de fidelidade, onde distribui pontos de fidelidade do mundo, contando com milhares de clientes e uma rede com parceiros globais que cresce a cada dia, onde tudo é 100% em criptomoedas.

De qualquer forma, as instituições financeiras tradicionais observam o cenário com atenção.

“Como uma nova classe de ativos, que atrai muita atenção nos dias de hoje, as criptomoedas podem ser uma alternativa interessante para diversificar portfólios”, diz o Deustche Bank nesta apresentação.

“Hoje, quantidade de pessoas com contas em exchanges já supera o dobro dos investidores em bolsa no Brasil”. As criptomoedas são, em nossa opinião, um investimento altamente especulativo.”

Antônio comanda atualmente uma Holding gestora de investimentos em criptomoedas com base na Alemanha e com operação internacional.

Quem vê valor nas criptomoedas como um investimento — e não quer quebrar a cabeça pensando em qual criptomoeda investir — delega a tarefa a empresas como a de Antônio. Batizada de WEHPM, o primeiro CryptoBank do mundo com sistema de afiliados.

A empresa está regulamentada na Alemanha e EUA e conta com bancos parceiros na Alemanha, Canadá, EUA, Japão e África do Sul, e parcerias com empresa Brasileira com dispensa da CVM, a companhia tem o equivalente a 150 milhões de Euros sob custodia, o equivalente a mais R$ 900 milhões de reais, e mais de €70 milhões em maquinas e estrutura.

É dinheiro de gente que aposta numa grande valorização das moedas digitais.

O investimento mínimo aceito pela We é o equivalente a € 50 na moeda local do país do cliente.

A empresa custodia a moeda com a segurança de bancos parceiros com fundo garantidor, e orienta seus clientes a hora certa de vender seus ativos através do WeBank, ainda monta carteiras de acordo com o perfil do investidor com Bitcoin, LQX, Litecoin, Dash, entre outras moedas digitais.)

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