Allan Barros fundador e CEO da Startup Uni-metaverso criadora do App DRIVE Crypto sofre tentativa de golpe por suposto investidor de Dubai

Manuel Zau Polo foi denunciado na polícia de Dubai por estelionato e falsificação de documentos.

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Manuel Zau Polo, que já foi detido em Luanda na Angola, seu suposto país natal, por aplicar diversos tipos golpes em inúmeras pessoas , desde venda de carros que segundo ele eram de Dubai mas nunca chegavam, falsificação de comprovante bancário, venda de um terreno com documento de outro em que o mesmo não era proprietário, lesando até seus próprios familiares.

Como funcionou a tentativa golpe durante 5 meses:

A tentativa de golpe começou quando Allan Barros desembarcou em Dubai para um dos maiores eventos de cryptomoedas do mundo , a ExpoCrypto Dubai e foi apresentado por amigos em comum, para Manuel, que se dizia ser um suposto investidor milionário.

Manuel prometia comprar ou investir grandes valores na Uni-metaverso, empresa de Allan Barros, valores esses que nunca aparecem desde o início das negociações e anúncio do acordo, que já se completaram 5 meses.

Segundo Allan Barros, inicialmente para convencê-lo de que era um suposto investidor, Manuel o levou para comprar um carro e uma casa, porém de fato a única coisa que o mesmo concluiu foi a abertura da licença da empresa em Dubai, alguns meses depois, após muita insistência de Allan, foi feita a assinatura de um contrato, porém o dinheiro prometido por Manuel para concluir o acordo, nunca foi aportado e nenhuma das promessas, como por exemplo, a sede no Burj Khalifa foi cumprida.

Allan também relata que Manuel chegou a pedir valores altos de dinheiro em espécie, alegando precisar desse dinheiro para fazer documentos e concluir processos da suposta negociação chegando a citar que dependia da liberação de dinheiro de seu pai, que Allan diz nunca ter uma tido contato e um “CEO” das supostas empresas de Manuel, um Sr chamado Helder Bataglia, que ao dar um Google em seu nome percebeu que já foi envolvido em várias investigações e denúncias de corrupção na Angola e Portugal. Com Helder Bataglia Allan relata um encontrou pessoalmente de poucos minutos onde Helder, afirmou apenas que iriam investir na empresa.

Um dos documentos apresentados por Allan que comprovam a má fé de Manuel é o envio de um suposto comprovante de transferência de $5 milhões de dólares para início das ações, porém ao passar diversas semanas o valor nunca chegou na conta corrente indicada e Allan ao analisar o suposto documento, percebeu-se que o mesmo era falso.

Allan Barros só resolveu levar o caso até a polícia de Dubai e denunciar Manuel para expor a situação e evitar que outras pessoas caiam nesse tipo de golpe. A esperança do criador e CEO do DRIVE CRYPTO é que a justiça seja feita e que Manuel, que já foi detido em outro país, mais uma vez seja, agora nos Emirados Árabes Unidos.

“Eu compreendo que todo o ecosistema criado por mim e especialmente o APP DRIVE CRYPTO – o primero App de mobilidade GPS Web3, no conceito DRIVE to Earn – realmente chama a atenção, atrai grandes investidores e infelizmente até golpistas, isso se dá pelo seu grande potencial de viralização, pois atualmente é uma melhor opção e o único GPS rentável para os usuários, diferentemente de Google Maps e Waze.” Concluí Allan Barros.