Polêmica: As empresas devem ou não contratar Coachs para treinar suas equipes?

O Brasil está sendo tomado por coachs. Aonde você vai, surge um. É coach pra tudo, porque formar coach virou uma indústria bastante lucrativa. E esse é o problema. Pessoas sem formação universitária, sem preparo emocional, intelectual, sem bagagem humana e profissional se tornam coachs num curso de fim de semana.

E quando atuam no MMN, se promovem nas redes para obterem clientes e ministrarem treinamentos que até podem ajudar no desenvolvimento do negócio, mas não o suficiente.

A Polêmica fica por conta do que efetivamente funciona mais.

Contratar e permitir que grandes Coachs profissionais ministrem treinamentos para as redes ou somente os Líderes de sucesso que chegaram lá, podem ministrar e ensinar as redes?

Os líderes mais antigos, têm se mostrado mais conservadores. A geração oriunda da Amway acredita que somente líderes bem sucedidos podem mostrar o caminho das pedras, porque entendem do negócio e sabem o que deve ser feito.

Já a nova geração de líderes, entende que estes grandes especialistas são indispensáveis, porque tudo na vida evolui e não dá para fechar os olhos para a evolução do mundo e dos negócios.

Há 30 anos atrás, existia maquina de datilografia, não existia celular, não existia internet, não existia Uber, não existia a Amazon. Então o mundo evoluiu, se transformou e o sistema de treinamento de antes também precisa evoluir.

Hoje existe Inteligência Emocional, Neurociência, Psicologia de Consumo, Engenharia Comportamental, entre outras técnicas que agregam muito ao sistema de treinamento das empresas.

Negar isso é tapar o sol com peneira.

As empresas que estimulam seus lideres e suas redes a investirem em sí, estão indo muito mais longe. Estão formando pessoas mais preparadas e criando os novos milionários do segmento.

Pode-se muito bem unir as duas pontas. Fazer com que os lideres mais qualificados sejam os exemplos a serem seguidos, também aprendendo com mentores e coachs consagrados.

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