Racco: festival de erros aumentam dívida da empresa

Quando o assunto é Racco, fofocas e boatos sempre vêm a tona.

Há quem diga que o único acerto da empresa, foi acabar com o binário, mas pouco adiantou sem outras mudanças no plano e na gestão.

A Racco que sempre teve tudo pra arrebentar no Marketing Multinível, continua patinando no mercado.

Apesar de terem trazido de volta, Saulo Coelho, um dos maiores coachs do país para qualificar, motivar e criar um propósito comum na empresa, a resistência de desenvolver a Racco no mercado é grande.

Foram muitas tentativas, erros e problemas que mais do que desgastar a rede e gerar um imenso turnover de empreendedores e executivos, gerou uma dívida, avaliada em 10 milhões de Reais.

A família Rauen (Felipe e Gisela) estão vendendo alguns imóveis pessoais para injetar na empresa e dar folego a Racco.

Mas o problema maior, são as diretrizes equivocadas, motivadas pela ingerência dos próprios donos, afirmam ex colaboradores e executivos da Racco.

O boato do momento é que a empresa sairá do MMN para voltar a atuar na venda direta, sob o sistema mononível.

Franqueados da empresa, estão pressionando para que isso aconteça.

Não é de hoje, que os executivos e funcionários estão recebendo seus salários com atraso e franqueados convivendo com a falta de produtos.

“O que dói é saber que a empresa tem um potencial absurdo e se desperdiça com decisões equivocadas. Já passou da hora, da Racco, ter uma gestão competente e profissional, comandada por um CEO de ponta contratado, especialista em recuperação de empresas”, afirma um ex-executivo que não quis se identificar.

Enquanto o circo está pegando fogo, uma grande empresa nacional de MMN, está se aproximando para tentar comprar a marca e produtos, aberta inclusive a sociedade.

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